O que é briefing e qual sua importância para os resultados

O que é briefing e qual sua importância para os resultados

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Quem trabalha no ramo do marketing e da publicidade, especialmente em agências que atendem várias contas, provavelmente já ouviu falar no termo briefing. O briefing é um termo em inglês, utilizado para classificar um resumo ou um conjunto de informações coletados sobre determinado assunto.

Para as agências e profissionais de marketing, o briefing nada mais é do que uma descrição da empresa ou marca com a qual estão trabalhando, recheado com informações sobre sua atividade profissional, seus desafios, objetivos e até mesmo recursos financeiros.

O briefing é uma ferramenta muito importante para a equipe de marketing de uma empresa. Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre ele!

Papel do briefing no planejamento de uma estratégia

O briefing tem um papel essencial no planejamento de uma estratégia de marketing, seja esse traçado por uma equipe interna, seja por uma agência contratada para essa finalidade. É ele que vai ajudar esses profissionais a definirem, por exemplo, qual é a persona que será atingida com a estratégia de marketing, quais os objetivos desse planejamento, como a empresa quer se posicionar no mercado e até mesmo quanto eles podem investir em ações para esse fim.

Sem traçar um briefing adequado, fica difícil para a equipe de marketing saber como deve agir para alcançar os resultados esperados pela empresa que investiu naquele serviço.

O briefing é erroneamente subestimado em muitos planejamentos

Como afirmamos no tópico anterior, o briefing é um elemento extremamente importante da estratégia de marketing de uma empresa. Infelizmente, por não saberem a real importância desse documento, muitos clientes — e até mesmo alguns profissionais de marketing — subestimam o valor desse documento e, por esse motivo, prejudicam significativamente os resultados do planejamento de marketing traçado.

Fazer um briefing incompleto ou formular perguntas que não trazem informações suficientes para esse material, podem dificultar a criação da persona ideal que a marca quer atingir, a escolha dos meios de comunicação utilizados para divulgar a estratégia e até mesmo realizar os investimentos errados para conquistar os resultados.

Uma vez que esse, que é o primeiro passo da estratégia de marketing de uma empresa, está errado, todo o resto do planejamento ficará seriamente prejudicado, podendo não atingir as expectativas traçadas pela equipe.

Informações indispensáveis em um bom briefing

Apesar de parecer uma tarefa complicada, formular um bom briefing não é assim tão difícil quanto parece. Responder a alguns questionamentos básicos e essenciais já é suficiente para lhe dar uma boa noção de conhecimento da empresa ou marca com a qual você vai trabalhar, garantindo que você desenvolva uma estratégia que tenha relação com o que ela está esperando do seu time de marketing. Algumas sugestões de questionamentos são:

  • Qual é o histórico da empresa?
  • Qual é o objetivo do planejamento de marketing?
  • Quais são as metas a serem alcançadas?
  • Qual o orçamento disponível para as ações?
  • Qual o perfil do público alvo a ser atingido?
  • Quais as mídias que podem ser investidas?
  • O que não pode ser feito?
  • Quais são os nossos principais concorrentes?
  • Quais são os pontos fortes da marca ou empresa?
  • Existe um prazo final para entregar o resultado?

Definir um bom briefing é uma parte essencial de uma estratégia de marketing de sucesso — e uma agência de resultados pode lhe ajudar a montar esse material indispensável para alcançar seus objetivos.

Você já montou um briefing da sua empresa antes? Conte para nós quais foram seus principais desafios!

Como mensurar resultados de marketing digital?

Como mensurar resultados de marketing digital?

resultados de marketing digital

A cada dia os empreendedores veem no marketing digital uma oportunidade de construir um novo canal de vendas, aumentar a captação de leads e estabelecer um relacionamento com seus clientes. No entanto, apesar de diversos sites e agências especializadas afirmarem que é possível mensurar todos os resultados de marketing digital, isso ainda é uma incógnita para alguns empreendedores.

Como essa medição é feita? O que devo mensurar? Como acompanhar e analisar os resultados? Leia este post e descubra a resposta para as suas dúvidas!

O que são métricas?

A análise de resultados de marketing digital é um processo feito através de métricas, que são sistemas de mensuração que quantificam uma tendência, um comportamento ou uma variável de negócio, permitindo medir e avaliar o desempenho de qualquer ação de marketing.

As métricas a serem analisadas são estabelecidas de acordo com os objetivos e metas de cada negócio. São importantes para identificar acertos e falhas, corrigir erros, otimizar campanhas e tornar a tomada de decisão mais inteligente.

Conheça as principais métricas de marketing digital

Existem muitas métricas para mensuração de resultados e todas elas podem ser integradas dentro de uma estratégia de marketing digital — desde que sejam relevantes para o seu negócio. Veja algumas delas.

Métricas de receita e vendas

  • Retorno sobre Investimento (ROI): uma das métricas mais importantes, já que lida diretamente com o lucro. Demonstra a eficiência financeira de uma estratégia de marketing digital;
  • Custo de aquisição por cliente (CAC): quanto a empresa gasta para conquistar um cliente;
  • Ticket médio: valor médio que cada cliente gasta nos serviços ou produtos da empresa;
  • Valor do tempo de vida do cliente (LTV): receita média que cada cliente gera para a sua empresa ao longo do tempo.

Métricas de campanhas pagas

  • Taxa de Cliques (CTR): taxa de cliques em um determinado anúncio;
  • Custo por clique (CPC): valor investido para que cada pessoa chegue até uma determinada página do seu site;
  • Custo por Lead (CPL): valor gasto para nutrir um lead. Quanto mais baixo, melhor!

Métricas de marketing de conteúdo

  • Taxa de conversão: razão entre o número de visitas em uma página e o número de visitantes que tomaram uma ação pré-determinada, como assinar a newsletter, baixar um e-book, etc.;
  • Visitas no site: quantas vezes as pessoas acessam seus conteúdos diariamente;
  • Tempo gasto no site: o tempo médio em minutos que cada usuário gasta no seu site.

Métricas de e-mail marketing

  • Taxa de abertura de e-mail: a quantidade de pessoas do seu mailing que clicaram em um determinado e-mail disparado;
  • Taxa de cliques no e-mail: número de cliques nos links enviados por e-mail marketing.

Métricas de vaidade

São as menos importantes, pois dizem pouco sobre os resultados de marketing digital de um negócio. Compreende dados como número de seguidores em redes sociais, visualizações em vídeos, pageviews, etc.

Como acompanhar e analisar os resultados de marketing digital

Agora que você já conhece as métricas, deve estar se perguntando como acompanhar e analisar todos esses indicadores. Bem, para isso existem ferramentas de web analytics. O Google Analytics é a mais famosa do segmento e permite mensurar a quantidade e origem dos visitantes, palavras-chave, ROI, taxas de conversão, geração de leads e outras métricas customizáveis.

Além disso, é possível contar com as ferramentas de análise de resultados geradas pelas próprias redes sociais, pelos gerenciadores de conteúdos e plataformas de marketing digital.

Também é possível terceirizar a medição ou contar com softwares e sistemas que produzem relatórios de análise, como plataformas de automação de marketing, gerenciamento de conteúdo para redes sociais, etc.

Independentemente do método adotado por sua empresa, é essencial mensurar os resultados de marketing digital. É por meio dessa medição que se identifica possíveis gargalos e oportunidades de otimização da estratégia de marketing, afinal, como diz o ditado: O que não é medido não pode ser melhorado.

E você, já utiliza alguma dessas métricas para mensurar seus resultados de marketing digital? Compartilhe sua experiência nos comentários.

Entenda o que é black hat e white hat na otimização do seu site

Entenda o que é black hat e white hat na otimização do seu site

black hat

Aplicar as práticas adequadas de SEO em seu site gera uma otimização que rende bons frutos para a sua estratégia. Graças a elas, é possível conquistar posições, aumentar o alcance e melhorar o tráfego.

Porém, há alguns truques que prometem os mesmos resultados, mas que podem custar muito caro. Conhecer o certo e o errado, portanto, é indispensável para saber como agir.

Por isso, descubra, a seguir, o que é black hat e white hat e qual é a influência de cada abordagem.

O que são as práticas de black hat de SEO?

Especificamente falando de SEO, essas práticas têm o objetivo de enganar o Google, de modo que o algoritmo entenda que uma determinada página é mais relevante do que é. Com isso, o buscador apresenta o endereço em posições mais elevadas, o que acaba induzindo o usuário ao erro.

Se você, alguma vez, já buscou um termo, clicou em uma das primeiras posições e terminou em um site que não tinha nada a ver com o tema, então você sabe exatamente o que são essas práticas.

Entre as mais comuns, estão:

  • Keyword stuffing ou uso excessivo da mesma palavra-chave, tentando denotar maior relevância;
  • Cloaking, que nada mais é do que esconder um conteúdo no código, tornando-o legível somente para o algoritmo do Google;
  • Link farm, que consiste na criação de páginas que geram redirecionamento umas para outras, buscando uma aparente relevância;
  • Unrelated keywords ou o uso de palavras-chave de alta relevância/pesquisa, mas que não têm nada a ver com o conteúdo.

Há várias outras técnicas que também são usadas, como o uso do link do site/página em comentários de vários blogs no melhor estilo spam, redirecionamento indevido para outras páginas e assim por diante.

E as práticas white hat?

Se as black hat são as vilãs, as white hat são as mocinhas do SEO. Usá-las é uma forma de ter o site bem-visto pelo Google e pelos próprios usuários. Com uma consistência de atuação, é possível conseguir boas posições de maneira duradoura e totalmente honesta.

Como são mais de 200 fatores de ranqueamento, não faltam boas práticas, mas entre as melhores estão:

  • Produção de conteúdo útil, original e que responda às dúvidas da persona;
  • Uso de palavras-chave semanticamente relacionadas, favorecendo o entendimento do Google sobre o que é o endereço;
  • Utilização de imagens otimizadas, permitindo a leitura facilitada do algoritmo;
  • Uso de link building adequado, linkando e sendo linkado por sites de referência;
  • Otimização da experiência no site, favorecendo o tempo de permanência e a relevância e mais.

Com isso, as práticas white hat nada mais são do que fazer SEO do jeito certo e ético.

Por que é importante conhecer esses elementos?

Em primeiro lugar, reconhecer as práticas de “chapéu preto” é necessário para entender o que não fazer, mesmo sem querer. Da mesma forma, analisar as boas práticas permite uma otimização eficiente.

Além disso, o black hat é penalizado pelo Google. Na melhor das hipóteses, o algoritmo não considerará seu conteúdo, mas o provável é que ele perca muitas posições ou até que seu site já não apareça mais em qualquer busca.

Para piorar, o público nota que seu conteúdo não é de qualidade e, com isso, o site pode perder totalmente a credibilidade e de maneira duradoura. Portanto, conhecer esses elementos é fundamental para conseguir resultados adequados e, principalmente, para não colocar toda a estratégia a perder.

Ao entender o que são as práticas de black hat e de white hat, você poderá adotar a abordagem ética e adequada. Assim, seu site não é penalizado e, ainda por cima, consegue posições de forma duradoura.

Você já executou alguma prática considerada ruim? Restou outra dúvida? Comente!

Quais resultados esperar de uma estratégia de conteúdo?

Quais resultados esperar de uma estratégia de conteúdo?

O Inbound Marketing é um conhecido conjunto de estratégias que visa conquistar clientes, instaurar e alimentar um relacionamento, aumentar vendas e validar autoridade em relação ao nicho de mercado da empresa.

Essa conquista é feita aos poucos e pode ser analisada pelo volume de tráfego gerado no seu site ou blog e também a partir do desempenho das mídias sociais, por exemplo. Para alimentar o inbound, a criação de conteúdo relevante é peça-chave.

Mas será que você sabe o que esperar de uma boa estratégia de conteúdo? É sobre isso que falaremos neste post! Confira os principais resultados gerados a partir de uma excelente estratégia!

Aumento de visibilidade da marca

Uma boa estratégia de conteúdo traz melhor posicionamento nos resultados das pesquisas, pois é influenciadora das ações de SEO. Nesse caso, os conteúdos são criados com base nas palavras-chaves que estão bem posicionadas e que têm  maior taxa de cliques (CTR – Clickthrough Rate) na SERP (Search Engine Results Page).

Vale ressaltar que o tempo de permanência na página e os links referenciados são variáveis e considerados nos algoritmos dos motores de busca que classificam a relevância do conteúdo e geram a lista dos resultados.

Melhora a interação com os clientes

Um bom marketing de conteúdo oferece informação e um canal para compartilhamento de opiniões, esclarecimento de dúvidas e apresentação de sugestões — o que gera maior interação do cliente com a empresa. Seja por meio das redes sociais, como o Facebook, seja por meio do blog da empresa, inserir uma chamada para ação (call to action) é essencial.

Por exemplo: imagine que o conteúdo está falando sobre formas de usar uma peça de roupa. Ao final do post, sugira algum tipo de interação, como comentários, compartilhamento ou até mesmo a leitura para um post relacionado.

Amplia a confiança na marca

Uma estratégia de conteúdo de qualidade leva informações úteis ao cliente, gratuitamente, e não busca apenas divulgar produtos para gerar vendas. Na realidade, essa ação confere autoridade para a empresa em seu segmento e, consequente, gera confiança.

Em razão disso, ela é lembrada e divulgada pelo próprio cliente que está satisfeito com a atenção recebida. Lembre-se sempre de que um cliente satisfeito é uma estratégia extremamente eficaz, pois ele se torna um divulgador da sua marca sem você ter que gastar para isso.

Reduz o custo de captação de clientes

E por falar em menos gastos, o custo da captação de novos clientes é sensivelmente reduzido quando a empresa investe em ações de marketing digital, como SEO (Search Engine Optimization) e marketing de conteúdo. Isso porque a geração de novos leads (potenciais clientes) é recorrente e você não terá que desenvolver nenhum esforço adicional.

Aumenta a base de leads

A boa estratégia de conteúdo leva o visitante de um site ou blog a uma experiência de usuário gratificante e facilita a formação do cadastro, seja por meio do preenchimento de formulários de dados, seja apenas pela inscrição em newsletters. Assim, de visitante ele passa a ser um lead. Ou seja, um cliente em potencial.

Impulsiona o número de vendas

O visitante que tem uma experiência de usuário satisfatória, constrói confiança na marca na qual teve a oportunidade de interagir. Assim, encontra um canal em que a sua voz ganha importância e, consequentemente, tem forte potencial de se tornar um cliente, efetuando compras e ainda divulgando a marca a seus contatos ou amigos.

Os empresários que investem em marketing digital e na estratégia de conteúdo querem aumentar as vendas. Logo, a estratégia de conteúdo gera a formação de um cadastro de clientes potenciais que, até o ato da compra, foram conduzidos por um “funil” no atendimento de suas necessidades.

Lembrar-se desse cliente e manter contato com ele para continuar atendendo com eficiência é fundamental. Isso pode ser feito por meio de um email marketing, treinamentos online ou até mesmo com um banco de respostas às perguntas mais frequentes (FAQ). Não deixe de continuar alimentando-o com informações relevantes e gratuitas. Pois isso fará com que a relação que ele tem com a marca seja ainda mais próxima e retorne sempre para novas consultas ou compras. Um pós-venda dessa qualidade só será possível com a base de leads construída a partir da estratégia de conteúdo.

Interessado em ter resultados como esses em seus negócios? Então conheça nossos serviços e encontre a solução para seu crescimento.

5 dicas imprescindíveis para escolher uma agência digital

5 dicas imprescindíveis para escolher uma agência digital

A função principal de uma agência digital é atuar como uma ponte entre a sua empresa e o seu público. Assim que contratada, ela passará por um período de imersão durante o qual a equipe absorverá o máximo de informações possíveis sobre o cenário, a atuação e os objetivos da sua empresa. A partir daí vocês começarão a criar planos, desenhar estratégias, veicular campanhas e criar relacionamentos com o seu público.

O sucesso dessa parceria depende diretamente da escolha adequada da agência. Vocês deverão ser capazes de se comunicar abertamente e chegar às melhores soluções para a sua empresa. Veja 5 dicas imprescindíveis para escolher uma agência digital.

1. Antes de mais nada, planeje

Escolher uma agência digital envolve, antes de mais nada, saber o que você precisa. Isso significa definir seus objetivos e resultados esperados, assim como o orçamento disponível para pagamento da agência e veiculação de anúncios.

A melhor agência é aquela que combina as especialidades que você necessita e oferece os serviços dentro do orçamento disponível. Planeje sua busca e o processo seletivo. Suas avaliações deverão ser baseadas nas necessidades da sua empresa.

2. Processo para escolher uma agência digital

O processo de seleção de uma agência digital deve ser transparente. Desde o início, seja claro sobre as etapas e os pontos importantes da avaliação. Defina o escopo pensando em formas de avaliar diferentes aspectos das concorrentes.

É importante que a metodologia esteja clara para eles e também para você. Isso significa fornecer o máximo de informações possível sem comprometer a confidencialidade do negócio. Nesse caso, sempre que puder, informe o budget disponível. Dessa forma, as agências poderão adequar as propostas à sua realidade.

3. Preço e valor são conceitos diferentes

Como administrador de um negócio você conhece a máxima que diferencia preço e valor. Isso vale também para o momento de escolher uma agência digital. Por isso, ao avaliar o melhor negócio para sua empresa, além do preço, leve em consideração o valor da agência.

Esse quesito dependerá diretamente da quantidade de informações que você reunirá sobre as concorrentes. Vale avaliar a cultura da empresa, os processos de trabalho, o domínio da especialidade a que ela se propõe trabalhar e até a facilidade de comunicação com a sua interface.

4. Conheça a equipe

Conhecer a equipe que irá trabalhar com você é uma importante etapa do processo para escolher uma agência digital. Tome um tempo para conhecer sua interface, apresente-se para a equipe e ouça o que ela tem a dizer.

A sintonia entre a cultura da sua empresa e a personalidade da agência que fará o seu atendimento é fundamental para que o trabalho aconteça sempre na mesma página e tenha sucesso.

5. Tome uma decisão consciente

Após todo o processo seletivo, tome um tempo para revisar as informações recebidas. Reveja o material enviado pelas agências, procure pontos fortes e fracos em suas suas anotações. Lembre-se de como você se sentiu quando entrou em contato com cada uma delas. A sua decisão deve envolver seus objetivos iniciais e como as agências mostraram serem capazes de atender às suas necessidades.

Escolher uma agência digital é um momento importante para o seu negócio. Isso porque o investimento em marketing é fundamental para o sucesso da sua empresa. Por esse motivo, essa decisão precisa ser tomada com competência, afinal, o relacionamento digital com o seu público é uma importante ferramenta para fidelizar essas pessoas. Além disso, é fonte de informações sobre como os seus produtos e serviços são vistos pelo mercado.

Você já passou por esse processo de contratação de uma agência? Conte nos comentários quais foram os pontos mais importantes em sua tomada de decisão.

Como mensurar a conversão em Marketing Digital

Como mensurar a conversão em Marketing Digital

Investir em marketing digital é uma forma de conseguir maiores e melhores oportunidades para o seu negócio. Se ele for feito da maneira certa, poderá gerar crescimento e fortalecimento para a marca.

Isso é possível, principalmente, graças à conversão, que é quando a oportunidade toma uma ação. A taxa ligada a esse elemento, portanto, corresponde ao número de ações tomadas em relação ao número de pessoas alcançadas. Quanto maior ela for, mais efetiva é a estratégia adotada.

Mas você sabe como mensurar os resultados de conversão em marketing digital? Neste post, reunimos 4 dicas para aproveitar essa métrica ao máximo. Acompanhe!

Compreenda o que é a conversão em marketing digital

É muito comum achar que a venda de um produto ou a contratação de um serviço corresponde à única possibilidade de conversão. Dentro do marketing digital, entretanto, as ações e os objetivos distintos podem levar a ações diferentes.

Para acompanhar o sucesso de uma newsletter, por exemplo, a ação pode ser a abertura do e-mail ou o clique no link. Embora as vendas sejam sempre bem-vindas, o foco pode estar em medir essas outras ações, inicialmente.

Por isso, é importante compreender o que de fato significa esse conceito para cada caso, até porque nem todas as estratégias são voltadas para a venda, como no caso do marketing de conteúdo.

Crie uma estrutura de mensuração por canais

Também é muito comum que essa abordagem não utilize apenas um canal. Somente as redes sociais aparecem em várias possibilidades. Além delas, ainda é possível usar sites, loja virtual, e-mail marketing e muitos outros recursos.

O ideal é reconhecer qual é a origem de cada ação, de modo a compreender qual é o canal que tem melhor desempenho. Para tanto, crie uma estrutura para fazer a medição da conversão em marketing digital por cada canal.

Em geral, isso é feito ao usar links rastreáveis e únicos para cada origem, de modo a reconhecer os números isoladamente. Ter esse cuidado de planejamento permite uma análise muito mais completa e que abrange elementos importantes.

Defina um intervalo de medição e acompanhamento

Outra questão que deve ser considerada é o tempo entre as medições. Se o objetivo com a mensuração é tomar decisões, então o período precisa ser suficientemente grande para que mudanças aconteçam, mas pequeno o bastante para dar dinamismo.

Na hora de acompanhar as taxas de cliques em um e-mail semanal, por exemplo, vale usar um período menor entre medições. Já para avaliar o desempenho das vendas de um produto ao longo de um semestre, a mensuração e a avaliação pode ser mais espaçada.

Assim, dá para garantir que não haja grandes distorções por causa do período, ao mesmo tempo em que oportunidades não são perdidas.

Use as ferramentas adequadas para o processo

Não menos importante, a conversão em marketing digital precisa ser medida com o auxílio de recursos específicos. É necessário dispor de uma estrutura de softwares e outros elementos que ajudam no acompanhamento e a gerar relatórios.

É somente com o uso de ferramentas profissionais que o resultado das análises também será profissional, favorecendo a tomada de decisão. A partir daí, os esforços serão cada vez mais construtivos.

Sabendo como medir a conversão em marketing digital, é possível saber o que funciona e o que não, além de entender onde estão as melhores possibilidades. Por isso, use essas dicas para obter resultados ainda mais satisfatórios.

Ainda tem alguma dúvida sobre esse elemento? Conte nos comentários e participe!

Buyer personas: saiba o que é necessário para montá-las

Buyer personas: saiba o que é necessário para montá-las

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Para poder desenvolver uma boa estratégia de marketing para o seu negócio — digital ou não —, é preciso sempre ter em mente o público com o qual você deseja conversar. Porém, para estratégias mais concisas e certeiras, é preciso ir além de apenas conversar com um grupo de pessoas com objetivos semelhantes.

Para vender mais é preciso falar com a pessoa certa. Foi por esse motivo que os profissionais de marketing digital criaram o conceito de Buyer Personas. Você já ouviu falar nesse termo? Sabe a importância que ele tem para o negócio?

Entenda melhor sobre o assunto neste post e tire todas as suas dúvidas!

O que são Buyer Personas?

Buyer Personas são, de acordo com a Hubspot, “uma representação semifictícia do seu cliente ideal”. O termo “Personas” é mais conhecido entre os profissionais de marketing digital no Brasil. É usado para tornar a estratégia de uma empresa ainda mais eficiente na captação do cliente. Ter uma pessoa bem definida, portanto, significa conhecer muito bem — e com detalhes — aquele comprador perfeito para o produto ou serviço que você oferece.

Buyer Personas e público-alvo, apesar de serem conceitos parecidos, têm significados completamente diferentes. O público-alvo define um determinado grupo de pessoas com o qual você pretende se comunicar. Por exemplo: jovens de 15 a 18 anos, mulheres de 20 a 35 anos.

A Buyer Persona, por sua vez, define um indivíduo com o qual a sua estratégia vai conversar. Exemplo: João, 30 anos, administrador de empresas, casado, apaixonado por motociclsmo off-road, etc. Viu como as definições podem ser parecidas, mas são bem diferentes na prática?

Por que elas são importantes para minha estratégia?

As Buyer Personas são importantes para sua estratégia por um único e essencial motivo: são elas as responsáveis por traçar para onde e como o seu planejamento de marketing vai andar. Tudo o que você vai criar nessa estratégia para conquistar mais clientes: plano de conteúdo, meio de divulgação, linguagem utilizada, palavras-chave ideais, produtos que serão trabalhados, etc.

Tudo será definido a partir do que sua persona deseja conhecer, afinal, ela será a pessoa que vai comprar da sua empresa. Podemos afirmar, portanto, que uma estratégia de marketing digital sem persona definida pode estar fadada ao fracasso.

Como eu crio a minha buyer persona?

Criar uma buyer persona não é uma tarefa simples. Por esse motivo, é preciso dedicar-se para garantir que esse personagem semificcional seja o mais fidedigno possível ao perfil de seus reais clientes. É exatamente por isso que não podemos criar nossas buyer personas com a ajuda de suposições ou palpites que temos sobre determinado tipo de cliente para o mercado em que atuamos.

Uma buyer persona de qualidade é criada após a realização de pesquisas e entrevistas com clientes da empresa. Nesse caso, a intenção é definir um perfil mais comum entre os grupos atendidos. Os questionamentos feitos nessas pesquisas abordam diversos assuntos, como:

  • atividade profissional dessas pessoas (cargo, o que fazem, rotina, ferramentas que usam, empresa que trabalham);
  • seus objetivos pessoais e profissionais;
  • como elas consomem conteúdos diversos (o que estudam, por onde estudam, como se comportam nas redes sociais);
  • quais são seus hábitos de compra (o que compram, como compram, com qual frequência);
  • quais são suas informações pessoais (idade, sexo, hábitos).

Após adquirir um volume considerado satisfatório de pesquisas sobre seus clientes, é hora de colocar a mão na massa e definir um perfil que se destaca naquele grupo. A partir daí, começa-se a montar o perfil da sua buyer persona, com todas as características que um personagem para sua estratégia de marketing tem direito. As informações incluem: nome, idade, sexo, profissão, rotina de trabalho e pessoal, o que ela está procurando e como a sua empresa pode ajudar.

A ideia aqui é realmente escrever uma pequena história — e até mesmo encontrar uma foto que ilustre sua persona — para que seu time de marketing tenha total conhecimento de quem é esse cliente e o que ele está falando.

Posso criar várias personas?

Uma empresa pode, sim, ter mais de uma persona com a qual ela quer conversar. Entretanto, aquela premissa de “menos é mais” costuma funcionar muito bem para estratégias de marketing que precisam ser bem feitas.

Trabalhar com muitas personas de uma vez pode demandar muito de sua equipe de marketing — além de custar mais caro. Afinal, você terá que investir em diferentes estratégias de comunicação para cada uma delas. Por isso pode ser interessante optar por um número menor.

Ao preferir trabalhar com uma ou duas personas, você consegue se dedicar a fazer uma estratégia mais completa e de qualidade para cada uma delas. Com isso, você consegue partir para a próxima que será trabalhada.

Como afirmamos no início desse artigo, uma estratégia de marketing digital sem a definição da buyer persona ideal pode estar fadada ao fracasso. Você já definiu uma buyer persona para o seu negócio? Compartilhe conosco suas dúvidas e opiniões sobre o assunto!

Google Analytics: saiba como acompanhar a performance das suas campanhas

Google Analytics: saiba como acompanhar a performance das suas campanhas

O Google Analytics é uma ferramenta que, inicialmente, era muito utilizada para acompanhar o tráfego de endereços virtuais. Porém, com o marketing digital deslanchando, a sua atuação ganhou novos contornos.

Atualmente, trata-se de um recurso robusto para fazer o acompanhamento de performance das campanhas, obtendo resultados muito esclarecedores. Assim, você precisa saber como usá-lo a favor do desempenho do marketing do seu empreendimento.

Veja quais são as melhores práticas para aproveitar esse recurso!

Identifique quais são os objetivos da campanha

É interessante saber, em primeiro lugar, o que a campanha objetiva conquistar. Isso ainda não tem a ver com o Google Analytics em si, mas com o entendimento sobre o porquê aquela determinada ação está sendo executada.

Se você fez uma promoção nas redes sociais do e-commerce, então o objetivo é vender maiores quantidades de determinados itens. Com isso, o foco maior da mensuração deve ser nesses elementos.

Já se você começou uma campanha de SEO para conseguir posições, é necessário dar atenção a fatores que influenciam o ranqueamento.

Faça a configuração de metas do Google Analytics

Um dos interesses de qualquer campanha é obter a conversão, ainda que ela não represente a venda, em si. Pode se tratar de uma inscrição na newsletter, no download de material ou no teste do recurso oferecido.

Quanto melhor for o número, melhor é a campanha. A ferramenta de análise do Google pode ajudar porque você pode definir metas de conversão. A partir delas, é fácil acompanhar quantos negócios/oportunidades o seu site está gerando e qual é a performance de campanha.

Entenda o comportamento de visita do usuário

Outra funcionalidade que precisa ser explorada é a que trata do comportamento de quem visita o seu site. Por ser uma ferramenta muito completa, é possível saber qual é a origem do tráfego, a página de entrada e saída, o tempo médio de permanência, a localização de quem acessa e muito mais.

Em campanhas que usam links específicos de identificação, é ainda mais fácil monitorar qual é a origem que oferece maior retorno, por exemplo.

Essa também é uma forma de identificar gargalos e oportunidades de aprimoramento, de modo a melhorar os resultados.

Realize e acompanhe os testes A/B

Por falar em aprimoramento da performance das suas campanhas, o Google Analytics oferece uma ferramenta muito importante: a de realização de testes A/B.

Fazendo pequenas mudanças nas páginas — como na landing page da oferta, por exemplo — dá para saber qual configuração converte melhor.

Com isso, você não apenas acompanha o desempenho como ainda descobre quais são as melhores maneiras de otimizá-lo.

Conte com ajuda especializada

Essa ferramenta do Google é completa e poderosa. Porém, muitas vezes é subutilizado devido à falta de conhecimento completo. Sendo assim, o melhor é procurar uma agência de marketing digital com os conhecimentos necessários.

Os profissionais especializados conseguirão tirar o melhor dos recursos dessa ferramenta, trazendo insights poderosos sobre como obter melhores efeitos para as próximas campanhas.

O Google Analytics tem muito a dizer e pode mostrar qual é a performance dos seus esforços de marketing. Para tanto, não deixe de usar essas dicas e consolide efeitos melhores!

Ainda tem dúvidas sobre essa questão? Conte nos comentários e participe!

O que é Google Shopping e como vender mais através desse tipo de campanha

O que é Google Shopping e como vender mais através desse tipo de campanha

Google Shopping é a plataforma lançada pelo Google em 2011, e que vem crescendo dia após dia através do seu forte mecanismo de busca — agora, no universo das compras. Uma ótima estratégia de marketing digital. Já ouviu falar nela?

De grande ajuda para os consumidores, que pesquisam bem antes de realizar suas compras, o Google Shopping também pode ser útil para vendedores.

Preparamos esse artigo para você saber melhor como funciona essa plataforma e se valer dela da maneira mais vantajosa. Acompanhe a leitura conosco!

O que é e como funciona o Google Shopping?

A plataforma funciona como uma ferramenta de comparação de preços em lojas virtuais. O Google Shopping exibe os produtos solicitados no campo de busca, bem como as lojas onde eles se encontram. E até mesmo os comentários de quem já adquiriu os itens encontrados.

O Google integra os resultados do Google Shopping na sua busca natural. É só digitar o que você procura no campo de busca, que aparecerão: a foto do produto, o nome, o preço e a loja.

Ao clicar em cima do item escolhido, o usuário é redirecionado ao site da oferta. Se preferir, pode clicar na aba superior na plataforma do Google, onde está escrito “Shopping”, para filtrar os resultados na página.

Como vender mais com o Google Shopping?

Desde 2013, é necessário pagar pelo serviço para que a sua loja virtual apareça nos resultados de busca do Google Shopping, da mesma forma que o Google AdWords (custo por clique). O primeiro passo é fazer o cadastro no Google Merchant Center.

É preciso configurar a conta para o seu local e preencher dados sobre o seu site. O próximo passo importante está na aba de Configurações. Em “Definições Gerais”, você deve reivindicar a URL do seu site, a fim de que os seus produtos online apareçam e o seu site seja reconhecido como seu.

Com a verificação do site é possível configurar os produtos e enviar para a análise do Google. Com tudo configurado e aprovado, é só ativar a campanha.

Suas ofertas podem ser potencializadas se você aplicar o “remarketing”, ou seja, se apresentar novamente o produto a quem já o buscou anteriormente.

Por que é importante para quem vende?

Para o lojista que deseja aumentar as vendas em seu e-commerce, a plataforma é bastante vantajosa. O interesse de compra é despertado, mesmo se o usuário estiver pesquisando sem essa intenção, já que os resultados do Google Shopping são apresentados no topo da página de resultados de pesquisa.

Aqueles resultados também são exibidos em destaque através de busca pelo celular. Com o aumento das buscas mobile, é aconselhável que o seu site seja responsivo, ou seja, que se adapte ao dispositivo do usuário (seja celular, tablet ou notebook).

Facilitar a navegação do usuário pode levá-lo a realizar compras além daquelas que ele buscou inicialmente, quando for direcionado até a sua loja online.

Lembre-se de que o Google Shopping é uma ferramenta comparativa de preços. Promover as suas ofertas com a ajuda da plataforma é uma forma também de divulgar promoções e de os consumidores encontrarem os melhores preços em seu site ou endereço on-line. O que está esperando para aumentar suas vendas?

O que achou dessa ferramenta? Já conhecia ou utiliza? Deixe aqui o seu comentário.

Os leads chegaram, mas como vender para eles?

Os leads chegaram, mas como vender para eles?

Captar leads é muito importante para quem utiliza, principalmente, a estratégia de inbound sales. Embora esses contatos tenham potencial, entretanto, isso não significa que eles já tragam retorno para o negócio.

Ainda é necessário concretizar a venda e muitos empreendimentos falham justamente na hora de converter um lead em um cliente. Quer afastar essa possibilidade da sua empresa? Então veja as dicas a seguir e saiba mais!

Comece pela qualificação de leads

Depois de capturar as oportunidades e trazê-las para o seu negócio, é importante saber em que estágio do funil de vendas elas estão.

Leads que ainda estão na fase inicial de descoberta precisam ser nutridos antes de haver uma abordagem. Já os que estão na fase de consideração são mais preparados para receber uma oferta.

Para a identificação, qualifique as oportunidades segundo parâmetros e pontuações específicas.

Selecione quais serão abordados

A partir da qualificação, vai ser possível compreender quais são as pessoas mais próximas de fechar a compra. Como são essas que devem ser abordadas, a seleção prévia é importante.

Analise os critérios selecionados para a qualificação, como área de atuação ou ocupação, para saber se a sua empresa falará com o tomador de decisão a respeito da compra.

Fique de olho, também, na lista de contatos gerados, porque, com a nutrição, é possível que uma pessoa se qualifique, de modo a também ser selecionada.

Faça um primeiro contato

A partir dessa seleção, busque as formas de contatar o cliente em potencial, de modo a dar início ao processo de vendas. Embora a maior parte da comunicação seja digital, vale mais a pena pegar no telefone e falar diretamente com o cliente.

Esse contato deve ser feito tão brevemente quanto possível. Assim que tiver identificado um lead qualificado, parta para a ação. Essa primeira etapa é indispensável para a apresentação da solução de uma maneira engajadora e atrativa. Apresente-se, mostre quem é a sua empresa e o que está sendo oferecido.

Ouça o que ele tem a dizer

Por mais que a intenção seja conseguir a venda, isso não deve significar pressionar o cliente a comprar logo de cara. Em vez disso, opte por fazer um diagnóstico, que dará uma ideia bastante clara sobre o tipo de problema que a pessoa enfrenta.

Ouvir mais do que falar, nesse momento, é um grande dom. É assim que você vai conhecer mais sobre o interlocutor, de tal modo que consiga fazer uma oferta direta e mais assertiva.

Agende um segundo contato

É pouco provável que os leads cheguem ao negócio já totalmente prontos para a compra. Isso torna perfeitamente normal que o processo não seja finalizado em um dado primeiro momento.

Para dar continuidade, agende um segundo contato. Faça com que ele seja relativamente próximo do primeiro para não deixar que a concorrência capte essa oportunidade, mas garanta que o cliente tenha tempo para pensar.

Na segunda abordagem, apresente a solução de maneira ainda mais personalizada, levando em conta tudo aquilo que foi dito no primeiro contato. Esse é o momento de vencer as objeções e, se você fizer tudo certo, vai conseguir o desejado “sim”.

Transformar leads em clientes exige uma ação estruturada e estratégica. Com essas ações colocadas em prática, vai ficar muito mais fácil aproveitar as oportunidades trazidas para o time comercial.

O que você tem feito para conseguir a conversão de leads? Compartilhe suas experiências nos comentários.

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