A Lei Geral de Proteção de Dados, ou LGPD, obriga empresas a regulamentarem o uso de dados pessoais de clientes em estratégias de marketing digital e vendas. Isso inclui ter atenção e cuidado também na hora de recolher essas informações na sua estratégia de geração de leads.

É fundamental informar o cliente a respeito da finalidade da ação e permitir que ele autorize a utilização desses detalhes. Além disso, também é preciso permitir que os dados sejam retirados ou revisados a qualquer momento.

Entenda como isso funciona a seguir para adaptar a sua estratégia de geração de leads do seu negócio!

Por que a LGPD pode afetar estratégias de geração de leads?

A LGPD envolve as chamadas bases legais. Elas dizem respeito a hipóteses da lei que podem autorizar o uso de dados pela empresa.

Isso quer dizer que a sua organização só tem permissão para coletar os dados de um lead ou se comunicar com ele de alguma maneira, se contar com uma base legal. São dez tipos de bases legais, mas uma delas preocupa mais os responsáveis pelas estratégias de geração de leads.

Ela se chama base legal do consentimento. Na prática, em sites e landing pages com formulários, uma das maneiras de ter consentimento é por meio de uma permissão chamada opt-in. 

É como se fosse um box ou pop-up, para que o usuário confirme cadastros e inscrições. No entanto, a lei determina que para serem válidos, esses recursos não podem ter preenchimento obrigatório.

Ou seja, a partir disso, apenas uma parte dos leads pode marcar, enquanto a outra prossegue na ação sem fazer isso. O que resulta em um número menor de leads para usar.

Quando esse consentimento é obrigatório?

Existem, porém, duas situações em que o consentimento e o preenchimento são obrigatórios. A primeira diz respeito a operações que precisam de dados pessoais de crianças ou de adolescentes. 

E a segunda, as operações que recolhem dados pessoais sensíveis. De acordo com a LGPD, os dados sensíveis são aqueles que determinam origem racial, étnica, posicionamentos religiosos ou filosóficos, opiniões políticas e sociais, questões genéticas, biométricas ou sobre a saúde ou a vida sexual de alguém.

Caso a empresa não precise acessar essa categoria de informação para geração de leads, vale adotar outras alternativas que vão além do consentimento. Como escolher outras bases legais que resultem em melhores práticas, sempre de acordo com a LGPD.

Como evitar impactos negativos na geração de leads?

Existem algumas dicas para aplicar no marketing digital e evitar impactos negativos na conversão de leads. Veja só!

Considere a base legal do legítimo interesse

O legítimo interesse é uma base legal bastante flexível da LGPD. Ela permite que você utilize os dados de seus leads sem consentimento.

Contudo, só pode ser aplicada em alguns casos. É preciso documentar legalmente que o uso dessa base se encaixa nas determinações previstas antes de executar qualquer ação.

Invista em testes A/B

Quando você tiver que usar a base do consentimento, aposte em testes A/B para a geração de leads. A lei é permissiva em relação a isso.

Tente diferentes campos de formulário e pesquise como seus clientes respondem melhor. Assim, você pode se adaptar sem deixar de respeitar a lei.

E então, conseguiu entender um pouco mais sobre os impactos da LGPD na geração de leads? Agora, não se esqueça de desenvolver estratégias de marketing digital sempre coerentes, transparentes e, principalmente, seguras para seus clientes.

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