4 razões para pequenas empresas investirem em marketing de conteúdo

4 razões para pequenas empresas investirem em marketing de conteúdo

As pequenas e microempresas brasileiras representam mais de 25% do PIB do país. Isso mostra que empreendimentos desse porte têm uma importância significativa para toda a economia. Ao mesmo tempo, isso também denota que há uma competição cada vez mais intensa.

Sendo assim, as pequenas empresas precisam buscar formas de se diferenciar e de conquistar resultados melhores. Nesse sentido, o marketing de conteúdo pode ser um dos pontos mais importantes de diferenciação.

Veja 4 motivos para investir nessa abordagem:

1. O marketing de conteúdo custa menos do que o tradicional

Um dos grandes empecilhos de uma pequena empresa consiste no orçamento reduzido. É bastante comum que uma organização de porte menor não tenha tanto orçamento para destinar ao marketing, então é necessário buscar alternativas mais baratas.

Nesse caso, o marketing de conteúdo surge como uma possibilidade a ser considerada. Essa estratégia custa cerca de 60% a menos do que o marketing tradicional ou outbound. De quebra, ele gera 3 vezes mais leads.

Isso quer dizer que é bastante possível fazer mais com menos, economizando e gerando mais oportunidades, o que é especialmente vantajoso para esse tipo de negócio.

2. A taxa de conversão aumenta

Se há mais leads, há também mais oportunidades para que pequenas empresas fechem negócio. O esforço de conteúdo é importante não apenas nesse sentido, mas também porque traz autoridade para o empreendimento, fazendo com que ele seja mais persuasivo.

De fato, quem adota o marketing de conteúdo tem uma taxa de conversão 6 vezes mais elevada do que quem não o adota. Isso aumenta o faturamento do empreendimento e faz com que ele consiga gerar mais lucro, uma vez que essas vendas custam menos.

3. O conteúdo pode gerar oportunidades de maneira consistente

Uma das grandes vantagens do conteúdo produzido é que ele não morre uma vez que é publicado. Se ele for do tipo evergreen — ou seja, caso ele se trate de um assunto que não fica obsoleto com o tempo —, ele continuará gerando oportunidades e atraindo tráfego.

Esse tipo de postagem corresponde a 10% de todos os posts de blog e é responsável por 38% do tráfego em geral.

Além de tudo, um mesmo conteúdo pode ser convertido em vários formatos, de modo que possa gerar novas oportunidades de maneira contínua. Isso diminui o esforço e, principalmente, os custos.

4. A estratégia é cada vez mais adotada por outras pequenas empresas

De acordo com a pesquisa Content Trends 2016, 70% dos negócios pesquisados afirmaram que já possuem uma estratégia de marketing de conteúdo. Isso significa que pequenas empresas que não fazem esse tipo de investimento estão sendo deixadas para trás.

Com cada vez mais competição, qualquer perda de oportunidade pode ser muito prejudicial. Se o negócio não acompanha as tendências, pode até mesmo ser jogado para fora do mercado.

Por isso, as organizações menores precisam alcançar seus concorrentes e desenvolver uma estratégia consistente e de resultado.

O marketing de conteúdo traz autoridade e oportunidades mais em conta para pequenas empresas. Assim, essa deve ser uma estratégia que faz parte do portfólio de atuação do empreendimento se a intenção é progredir cada vez mais.

Se você gostou do texto e deseja saber mais sobre marketing de conteúdo, siga nossa página no Facebook e acompanhe nossas publicações.

Confira alguns mitos sobre estratégia de inbound marketing

Confira alguns mitos sobre estratégia de inbound marketing

Ter uma estratégia de inbound marketing rodando é uma forma de conquistar melhores resultados para sua empresa. A partir da popularização do marketing de atração, cada vez mais negócios estão adotando aquela possibilidade.

Apesar de altamente eficiente, há dúvidas e mitos sobre esse tema. E muitos desses pontos impedem que os donos de negócios e empreendedores apostem seus investimentos desde já naquela ideia.

Para não desperdiçar chances, apresentamos alguns mitos sobre o assunto! Confira:

“Ter uma estratégia do tipo só serve para negócios grandes”

Quando se fala em inbound marketing, é muito comum que as PMEs sintam que esse não é um caminho para elas. O marketing, por si só, muitas vezes já é encarado como sendo coisa de empresa grande e na sua versão de atração esse pensamento é reforçado.

Porém, trata-se de um dos maiores mitos, já que é algo muito versátil. Mesmo que ainda não seja possível fazer grandes produções, ter uma estratégia de conteúdo, de social média e de análise de resultados é acessível para a maioria dos empreendimentos.

“Usar essa abordagem é muito caro”

Isso leva diretamente para o próximo mito: o de que a estratégia de inbound marketing é sempre muito cara. Na verdade, os leads adquiridos por essa possibilidade custam 60% a menos do que pela versão tradicional, o que já mostra como ela pode ser econômica.

Além disso, ela oferece vários resultados em longo prazo, como ganho de autoridade para a marca e mais relacionamento com o cliente. De quebra, as agências têm se preocupado em oferecer pacotes que caibam no bolso de empresas menores.

“Não é possível conseguir vendas com essa possibilidade”

Outra questão é que persiste a crença de que esse tipo de marketing não é capaz de gerar vendas. A verdade não poderia ser mais discrepante! Se for utilizado da maneira correta, ele vai gerar ótimos contatos para que o time de vendas realize ações.

É a partir dessa estratégia que surge o conceito de inbound sales, em que os vendedores trabalham os leads que foram adquiridos e qualificados por meio das ações de atração.

Trata-se de uma forma de acelerar as vendas e conseguir atuação diferenciada.

“A estratégia de inbound marketing oferece resultados imediatos”

Ao mesmo tempo em que há quem não acredita na metodologia, também há quem confia na ideia de que a estratégia de inbound marketing é algo milagroso. Porém, não é bem assim. Embora ofereça resultados muito positivos, eles não surgem instantaneamente.

É preciso ter consistência e planejamento, além de uma execução continuada. Estima-se que são necessários de 6 a 12 meses para que os primeiros bons resultados apareçam. Ter isso em mente ajuda a não se frustrar e a encarar a questão da maneira adequada.

“É possível elaborar a estratégia sem ajuda profissional”

Pode parecer muito fácil começar um blog ou criar um perfil nas redes sociais a fim de falar com seus clientes. Porém, existe muito mais por trás do sucesso desse tipo de atuação.

É necessário definir personas e objetivos, estudar o mercado e fazer um bom planejamento, com cronograma e tudo. É um mito achar que dá para executar a sua tática de mercado de maneira amadora.

A menos que você tenha uma equipe completa e especializada na sua organização, o ideal é contratar uma agência que ofereça esse tipo de serviço para maximizar as possibilidades.

Depois de desconstruir esses mitos, vai ficar muito mais presumível ter uma estratégia de inbound marketing de sucesso!

Conte nos comentários se você conhece algum outro mito e não deixe de compartilhar suas impressões sobre o tema em suas redes sociais!

KPIs – Entenda quais são os principais indicadores de performance

KPIs – Entenda quais são os principais indicadores de performance

Os indicadores de performance, também conhecidos como KPI, são métricas que dizem muito sobre a atuação altamente estratégica do negócio. Acompanhá-los, portanto, é uma forma de entender como o empreendimento caminha rumo ao sucesso.

Embora cada empresa tenha suas necessidades e KPIs que devem ser acompanhados, há alguns que se destacam por sua grande aplicabilidade. Inclusive, muitos servem não apenas para a área financeira ou de gestão, mas também para mensurar resultados do marketing digital, por exemplo.

Por isso, veja quais são os principais e saiba como e quando usá-los!

O ticket médio é um dos indicadores de performance financeira

Esse KPI apresenta qual é o valor médio gasto pelos clientes dentro de um determinado período. Para calculá-lo, use a seguinte equação:

Ticket médio = Faturamento do período / Número de clientes no período

Se a empresa teve 100 clientes e faturou R$ 50 mil no mês, seu ticket médio é de R$ 500,00 para o período. A ideia é que o valor seja o maior possível. Também dá para comparar com o preço médio dos produtos. Se o ticket médio é de R$ 500,00 e os produtos custam, em média, R$ 100,00, há um indício de que os clientes compraram mais de um item ou mais de uma vez. Porém, se o preço médio dos itens é de R$ 450,00, há espaço para otimização.

O custo de aquisição do cliente (CAC) é crucial para a lucratividade

O custo de aquisição do cliente (CAC), como o próprio nome indica, demonstra qual é o valor gasto em todo o processo de captação e conversão dos clientes. Ele é dado por:

CAC = Valor das ações de captação e conversão / Total de clientes no período

Se uma empresa gastou R$ 20 mil em um mês e conseguiu atrair 50 novos clientes, então o CAC é de R$ 400,00 Não existe um valor ótimo, mas o ideal é que ele seja o menor possível.

Além disso, esse KPI pode ser cruzado com o ticket médio para definir se o CAC está ou não em uma faixa adequada.

Se o CAC é de R$ 400,00 e o ticket médio de R$ 300,00, a empresa está gastando mais do que ganha com a venda. Já se o ticket médio é de R$ 1.000,00, então o CAC caminha para ficar dentro de um ótimo valor.

A taxa de conversão ajuda a avaliar os esforços junto aos clientes

Outro entre os indicadores de performance mais importantes é a taxa de conversão. Ela pode ser usada tanto em relação à venda quanto em ações específicas, como acontece no marketing digital.

Seu cálculo é dado por:

Taxa de conversão = (Número de clientes que agiram como o desejado / Número de contatos) x 100%

Imagine que uma campanha de marketing digital alcançou 20 mil pessoas e, delas, 400 converteram. O valor da taxa, portanto, é de 2%.

Um número progressivamente mais elevado demonstra eficiência nos esforços do time responsável.

O retorno sobre investimento (ROI) é uma das métricas mais importantes

Outro entre os indicadores de performance é o retorno sobre investimento (ROI). Ele indica qual é a rentabilidade de uma determinada ação, ou seja, o que ela “devolve” para o negócio.

O cálculo é dado por:

ROI = [(Faturamento – Gastos com a ação) / Gastos com a ação] x 100%

Se uma estratégia de e-mail marketing custou R$ 5 mil e conseguiu um retorno de R$ 7 mil, por exemplo, o ROI da ação foi de 40%. Ou seja, cada R$ 1 investido retornou R$ 1,40 brutos. Mais uma vez, valores elevados indicam bons resultados. Esse KPI é muito relevante porque ajuda a priorizar investimentos e, também, permite que a empresa identifique qual é o retorno, de fato, que cada abordagem traz.

Acompanhando esses indicadores de performance, dá para conhecer a fundo os principais resultados do seu empreendimento. A partir daí, a tomada de decisão fica facilitada e muito mais estratégica! Quais são os indicadores que sua empresa acompanha? Conte nos comentários e compartilhe experiências!

Saiba como influenciar a tomada de decisão através do fluxo de nutrição

Saiba como influenciar a tomada de decisão através do fluxo de nutrição

O funil de vendas é uma metodologia muito utilizada para que uma empresa oriente suas ações de marketing rumo às vendas. Como divide as oportunidades em seus diferentes estágios de compra, é capaz de aumentar a efetividade de ações e diminuir o ciclo de vendas.

Para que isso seja possível, o fluxo de nutrição precisa ser feito corretamente. É ele quem conduzirá os leads até que se tornem clientes, o que acontece por meio da informação e oferta de conhecimento relevante.

Quer saber como influenciar a tomada de decisão com esse elemento? Então veja a seguir:

Identifique a posição dos contatos no funil de vendas

O primeiro passo para que o fluxo de nutrição funcione é reconhecer onde está o seu contato/oportunidade. Ao saber qual é a posição no momento, dá para definir qual é o próximo passo a ser dado. Se um cliente ainda está na fase de reconhecimento e descoberta, por exemplo, o fluxo de nutrição tem que conduzi-lo para o aprofundamento e consideração.

Já se a pessoa está prestes a fechar negócio, oferecer conteúdo do topo do funil, explicando sobre um problema que ele já reconhece, só levará à perda de timing e prejuízos para a persuasão. Para acertar, vale utilizar a qualificação de leads mediante parâmetros bem definidos, de modo a separá-los corretamente entre as etapas.

Ofereça conteúdo específico no fluxo de nutrição

A partir dessa identificação, é hora de oferecer conteúdo específico e personalizado para que a pessoa fique mais próxima de tomar uma decisão favorável à sua empresa. Novamente, a qualificação vem a calhar. Por meio dela, dá para criar grupos entre as oportunidades, considerando o posicionamento delas.

Isso gera a segmentação, que consiste em oferecer conteúdo personalizado para cada necessidade desse grupo. Assim, aumentará a efetividade de ações, pois garante que cada pessoa receberá o conteúdo de que necessita. Pense em conteúdos e elementos que ajudem a informar e convencer as pessoas, tornando-as mais seguras para tomar a decisão. Criar esse relacionamento é fundamental para conduzi-las até o final.

Aproveite a automação de marketing

Dependendo da sua base de leads, fazer esse processo manualmente demanda muito tempo e recursos. Além disso, há maiores chances de haver o desperdício de oportunidades.

A melhor maneira de contornar isso é com a automação de marketing. Por meio de ferramentas desse tipo, dá para definir parâmetros e gatilhos, que determinam quando uma pessoa recebe um ou outro conteúdo.

Isso ajuda a aproveitar todas as oportunidades e diminui as chances de erros, reduzindo o tempo até o fechamento da venda.

Monitore o comportamento e otimize os resultados

Porém, é sempre importante lembrar de que a jornada de compra do público não é linear. Alguém pode entrar pelo meio do funil de vendas, consumir conteúdo do topo e partir para a decisão, por exemplo. Por isso, as ações do seu fluxo de nutrição devem ser norteadas pelo comportamento do seu público, então é fundamental fazer a mensuração e avaliação de resultados.

A partir dos padrões encontrados, realize ações de otimização, gerando cada vez mais efetividade na tarefa de persuasão. Ao seguir esses passos, o seu funil de vendas influenciará diretamente a tomada de decisão e gerará mais conversões para o empreendimento.

Nos comentários, deixe suas impressões, dúvidas ou opiniões sobre o tema!

O que é Lead Scoring em uma estratégia de Inbound Marketing?

O que é Lead Scoring em uma estratégia de Inbound Marketing?

Ter uma boa estratégia de Inbound Marketing atrai um grande número de interessados. Porém, somente gerar leads não é o bastante, pois o objetivo é converter vendas e fazer dinheiro. Ao mesmo tempo, praticamente nenhum lead é igual ao outro, tendo características variadas e que influenciam a compra. Portanto, para trabalhar todo esse volume é relevante entender por qual grupo começar.

Para ajudar nessa tarefa existe o Lead Scoring, uma estratégia tão interessante quanto eficaz. Para saber mais, veja o que é essa abordagem e descubra como ela funciona.

O que é Lead Scoring dentro do Inbound Marketing?

Imagine um negócio que vende softwares e que se depara com três clientes. O primeiro é o diretor de uma empresa e tomador de decisão, mas que não entende como o software se encaixa no negócio. O segundo é um analista de TI, que sabe exatamente como a ferramenta pode ajudar, mas que não toma a decisão.

Enquanto isso, o terceiro é um empresário individual, que recebeu uma recomendação do software, mas que talvez não tenha o dinheiro necessário para fechar a venda. No momento, a equipe comercial só pode trabalhar em cima de uma oportunidade. Qual delas é a melhor? A resposta é: depende do que é mais importante para a empresa, mas ela precisa escolher corretamente para não desperdiçar uma boa chance.

Esse exemplo serve para ilustrar que os clientes não chegam prontos ao negócio e podem estar mais ou menos inclinados à compra. Para identificar e medir isso é que existe o Lead Scoring. Outro nome para a qualificação de leads, a etapa define qual é o potencial de compra de uma pessoa, baseando-se em critérios pré-determinados pela própria gestão. Ele se relaciona ao Inbound Marketing justamente porque ajuda a identificar a probabilidade de conversão em vendas das oportunidades atraídas por essa estratégia.

Por que esse processo é tão importante?

A grande importância de uma etapa de qualificação desse tipo é que ele ajuda a segmentar e direcionar os esforços. Ou seja, o time comercial não usa tantos recursos com oportunidades pouco promissoras ou que, talvez, jamais convertam por não possuírem o perfil certo.

Ao mesmo tempo, as oportunidades que já estão mais preparadas para a compra são trabalhadas com maior afinco, de modo a melhorar o desempenho da integração entre marketing e vendas. Além de tudo, é uma forma de diminuir os custos, inclusive o de aquisição de lead (CPL) e por cliente (CAC), o que melhora a rentabilidade do empreendimento e da campanha.

Como fazer a qualificação de leads?

Para colocar o Lead Scoring em prática, o primeiro passo é determinar quais são os fatores que serão considerados. Saber se a pessoa é ou não a tomadora de decisões e está presente na maior parte das abordagens, mas há várias outras questões.

A localidade, por exemplo, é mais relevante para uma loja física ou e-commerce com limitação de entrega. Já o estilo de vida pode alterar a qualificação para uma marca de roupas esportivas. Ou seja, os fatores devem ser definidos de acordo com o que leva a pessoa a fazer a compra. A partir disso, cada fator deve ter um peso.

Naturalmente, os mais importantes são mais pesados. Ser um tomador de decisão, por exemplo, talvez gere 50 pontos, enquanto ser um analista, apenas 20. O peso, novamente, é determinado individualmente para cada empreendimento e estratégia.

A partir disso, há uma soma entre todos os fatores. Assim, os leads com maior pontuação devem receber prioridade em relação aos outros, aumentando as chances de sucesso e um possível retorno sobre investimento. O Lead Scoring favorece as ações de Inbound Marketing porque permite a priorização de oportunidades pelo time comercial. Assim, fica mais fácil focar-se nos prospects promissores, gerando mais vendas e ótimos resultados.

O que acha de começar a usar esse elemento em sua estratégia? Para saber mais sobre conteúdos relacionados ao marketing siga nossa página no Facebook!

5 perguntas (e respostas) para te ajudar a entender o Inbound Marketing de vez

5 perguntas (e respostas) para te ajudar a entender o Inbound Marketing de vez

Os conceitos e a execução do Inbound Marketing não são exatamente recentes. Porém, foi nas últimas décadas em que ele começou a ganhar mais importância, sendo encarado como uma saída viável para gerar mais negócios e melhorar os resultados das empresas.

Como ele ainda é relativamente recente na realidade em larga escala, é comum que haja muitas dúvidas e mitos sobre tema. Para aproveitá-lo, é fundamental entendê-lo e é por isso que trazemos 5 perguntas e respostas para que você o compreenda de vez. Confira!

Afinal, como o Inbound Marketing é feito?

O Inbound Marketing também é conhecido como marketing de atração e, como o nome sugere, tem a ver com a abordagem em relação ao cliente. Tradicionalmente, o Outbound Marketing tem uma atuação interruptiva, ou seja, chega até ao público não necessariamente quando ele está interessado.

Um exemplo é o anúncio da TV. Ele interrompe a programação tradicional para mostrar algo que pode ou não ter a ver com os interesses de quem assiste. Porém, o fato é que a pessoa que está vendo a televisão quer assistir a um programa, em vez de ao anúncio que interrompe essa atividade.

O Inbound, por sua vez, acontece quando o cliente alcança a empresa. É o caso de uma pessoa que pesquisa um produto e termina no site de uma marca. Ela está vendo as ofertas e entrando em contato com a marca por vontade própria, tendo sido atraída pela marca.

Por que ele promete ser tão efetivo?

O fato é que essa abordagem focada na atração gera efeitos bastante desejáveis pelas marcas de vários tamanhos. Ele ajuda, por exemplo, a construir autoridade, a aumentar a percepção de marca e a ampliar o alcance.

Também contribui para a redução dos custos e aumento da efetividade de ações. Os leads gerados pelo Inbound, por exemplo, custam 60% menos do que os do Outbound. Com isso, ele é mais eficiente, ajuda na conversão e, acima de tudo, oferece economia de dinheiro e de outros recursos.

Quais são as estratégias que ele pode usar?

O Inbound Marketing é muito versátil e pode utilizar uma série de recursos diferentes. O mais conhecido é o marketing de conteúdo, focado na oferta de elementos relevantes para o público, com o objetivo de educar, esclarecer e oferecer maior segurança.

No ambiente digital, ainda é possível incluir a presença nas redes sociais, a realização de webinars, o uso de e-mail marketing e assim por diante. Já no mundo offline, a realização de eventos para o segmento de mercado é uma possibilidade, assim como a criação de experiências para possíveis clientes, tais quais as degustações e amostras grátis.

Qualquer empresa pode usar o Inbound?

Basicamente, todo empreendimento, independentemente do tamanho, pode empregar essa abordagem. Uma PME, mesmo sem ter muito dinheiro, pode investir nas abordagens mais em conta dessa metodologia, gerando bons resultados sem comprometimento de recursos. Já as grandes empresas podem potencializar sua atuação de marketing de outros tipos com essa estratégia.

Além disso, estabelecimentos de vários segmentos e em locais variados se beneficiam intensamente dessa possibilidade.

Ele é a única solução para a empresa?

Porém, é importante considerar que esse não é o único caminho. Não é porque o marketing de atração é uma ótima solução que ele resolverá todos os problemas do negócio. O balanceamento com o Outbound ainda faz mais sentido, garantindo o alcance máximo e o aproveitamento adequado das possibilidades.

Entender isso é indispensável para alinhar e assentar as expectativas, permitindo que o uso dessa abordagem seja considerado da perspectiva correta. Conhecendo essas questões sobre o Inbound Marketing e as respectivas respostas, ficará muito mais fácil compreender esse tema tão pertinente.

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Como usar a régua de relacionamento para se aproximar de seu cliente

Como usar a régua de relacionamento para se aproximar de seu cliente

régua de relacionamento

Segundo Aaron Ross, autor do livro Receita Previsível, a melhor forma de aumentar as receitas de uma empresa é através da indicação e, consequentemente, da construção de um relacionamento com o cliente.

No entanto, essa relação não se constrói de uma hora para outra. Ao contrário, é preciso trabalhar esse relacionamento com o cliente nas várias fases de interação que ele tem com o seu negócio, desde o primeiro contato até o pós-compra, seguindo uma série de estratégias cuidadosamente planejadas, chamada régua de relacionamento.

Quer saber como utilizar essa ferramenta para se aproximar dos seus clientes e aumentar suas receitas? Leia este post e entenda como usar a régua de relacionamento para construir um bom diálogo com seus clientes, nas diferentes etapas de venda. Confira!

Entenda o que é a régua de relacionamento

A régua de relacionamento é um conjunto de ações que visam a construir um bom relacionamento com o cliente. É um passo a passo de estratégias a serem seguidas a fim de traçar uma linha de comunicação clara e objetiva entre a empresa e seus clientes — que vai desde a prospecção e geração de leads até a experiência do usuário com a sua empresa e manutenção pós-venda.

Em outras palavras, é um caminho com as fases previstas pelas quais seus clientes vão passar, desde conhecer a loja, comprar e continuar comprando.

Veja como utilizar a régua de relacionamento

Essa ferramenta envolve o uso de diversas mídias e exige uma integração entre vários departamentos da empresa, como marketing, vendas, atendimento e até desenvolvimento de produto, a fim de oferecer ao consumidor uma relação completa e muitas vezes personalizada.

Como dissemos anteriormente, a régua de relacionamento atua em todas as fases da venda, desde a prospecção até o pós-venda, e as estratégias adotadas, assim como as mídias utilizadas e a sequência dentro da régua, devem ser definidas levando em conta os objetivos e necessidades de comunicação de cada empresa.

Conheça algumas estratégias que podem estruturar a régua de relacionamento e aproximar seus clientes:

  • Produção de conteúdo relevante para blog, site, e-mail marketing e outras mídias a fim de prospectar leads via inbound marketing;
  • Contato de agradecimento pelo registro em uma newsletter, pedido ou compra. Essa é uma atitude atenciosa e que abre caminho para um diálogo saudável entre empresa e cliente;
  • Envio de ofertas segmentadas;
  • Remarketing;
  • Acompanhamento pós-venda a fim de buscar o feedback do cliente em relação ao produto e à experiência de compra na sua empresa;
  • Envio de e-mail de aniversário e datas especiais. Esse é o tipo de cuidado que todo mundo gosta e aproxima a sua marca do seu cliente de forma emocional.

Conheça a importância da régua de relacionamento para sua empresa

As empresas utilizam diferentes estratégias para realizar vendas ou prospectar um novo cliente. E a régua de relacionamento aumenta a efetividade dessas estratégias ao trabalhar com uma perspectiva das ações planejadas para cada passo do cliente dentro do processo de venda.

Além disso, é na régua de relacionamento que a empresa identifica e explora todos os pontos de contato com o cliente, possibilitando criar interações personalizadas por meio de diversos canais e mídias.

O relacionamento, diferentemente de outras estratégias de marketing que prometem resultados rápidos, não termina depois de uma compra. Ao contrário! É aí que o relacionamento deve ser fortalecido para que sua empresa não caia no esquecimento, seu cliente seja fidelizado e se torne um propagador da sua marca.

E você, já conhecia a régua de relacionamento? Tem alguma experiência com a estruturação dessa ferramenta? Compartilhe seu ponto de vista nos comentários!

SEO on page – entenda como otimizar os conteúdos do seu blog

SEO on page – entenda como otimizar os conteúdos do seu blog

O SEO on page consiste em todas as ações que são executadas internamente para que um blog consiga melhores posições. Ou seja, trata-se do conjunto de atitudes que dependem exclusivamente de você e que podem gerar ótimos efeitos nos mecanismos de busca.

Entender o que fazer nesse sentido ajuda a garantir maior alcance e exposição de marca, melhor geração de leads e maior obtenção de resultados. Ao otimizar os conteúdos, portanto, suas estratégias de marketing digital saem favorecidas.

Sendo assim, veja tudo o que colocar em prática e entenda o impacto de cada elemento.

Melhore a velocidade de carregamento para favorecer o SEO on page

Com o grande fluxo de informações na internet, os usuários querem ter acesso rapidamente ao site que desejam. Quando o seu blog não carrega no tempo certo, são grandes as chances de as pessoas abandoná-lo antes mesmo que ela termine de carregar.

Apesar de a velocidade não ser, diretamente, um fator observado pelo Google para o ranqueamento, tudo o que dela deriva é considerado.

Um blog lento leva a um tempo menor na página, assim como maior taxa de rejeição. Tudo isso conta negativamente para o SEO, então vale pensar em deixar o endereço mais rápido para conquistar posições melhores.

Ofereça conteúdos escaneáveis e que usem a palavra-chave

Como a leitura na web não é igual àquela no mundo “real”, é preciso facilitar o processo para os usuários. No caso, isso vem na forma de escaneabilidade, que prevê algumas regras. Invista em frases e parágrafos curtos, evitando blocos de texto. Também é necessário usar espaços em branco, “arejando” o conteúdo e tornando-o 20% mais fácil de ler.

Além disso, use intertítulos com prioridade, como H1, H2, H3 e assim por diante. Assim, o algoritmo entende melhor o conteúdo. Ao mesmo tempo, tudo isso deve incluir o uso adequado e com boa densidade de palavra-chave, de modo que o endereço seja encontrado nas buscas.

Dê atenção para título, metadescrição e URL

Outro elemento muito importante do SEO on page é a otimização em relação a elementos “estruturais” da página. É preciso, por exemplo, que o título tenha até 70 palavras e que conte com a palavra-chave para ter maior relevância.

A metadescrição, um pequeno texto que é uma prévia do endereço, também deve ser feita de maneira correta e atrativa. Já as URLs devem ser amigáveis, tão curtas quanto possível e precisam conter a palavra-chave para incrementar o SEO.

Faça o link building interno corretamente

O link building, ou seja, o ato de acrescentar links ao conteúdo é muito relevante para facilitar a navegação do algoritmo. Eles funcionam como elos, permitindo que os robôs analisem grande parte do seu blog.

No caso específico do SEO on page, priorize os links internos. Use textos-âncora relevantes para o artigo que será linkado e faça uma boa distribuição entre todas as publicações. Além de tudo, isso ajuda a aumentar o tempo de permanência no site por parte do usuário, colaborando para a conquista de mais posições.

Atualize periodicamente os conteúdos publicados para ter mais relevância

Depois de publicar conteúdos segundo essas diretrizes, você ainda vai precisar se preocupar com eles. Isso porque os mecanismos de busca dão prioridade para os que são relevantes e atualizados. Portanto, para ganhar e manter suas boas posições, atualize continuamente os artigos já publicados.

Revise o conteúdo, expanda seu tamanho, acrescente novos elementos e mostre para o algoritmo que se trata de uma peça em constante aprimoramento.

Após executar essas ações de SEO on page, é provável que resultados melhores e esperados surjam. Portanto, não deixe de aplicar essas práticas de otimização de maneira contínua.

Tem encarado algum desafio em conseguir posições melhores no Google? Conte nos comentários e participe!

Como você está atuando nas etapas do ciclo de vendas

Como você está atuando nas etapas do ciclo de vendas

O ciclo de vendas é uma metodologia empregada com muito sucesso para mapear e agir sobre a jornada de compra do cliente. Por meio dele, há como identificar o nível de maturidade para compra de cada contato e promover ações que levem, enfim, à conversão.

Para obter o máximo possível dessa ferramenta, é indispensável agir de maneira otimizada e entender como você está atuando. Reconhecer os erros e as oportunidades que podem ser aproveitadas, por exemplo, são ações que favorecem a conquista de efeitos melhores.

Para te ajudar nessa tarefa, este artigo mostra todas as etapas que devem fazer parte desse ciclo e como você precisa atuar em cada uma.

A captação de oportunidades no ciclo de vendas

Esse ciclo começa com a captação de pessoas que, potencialmente, podem se tornar clientes. Apesar de não haver a conversão de todos, esse é o primeiro passo e deve ser planejado com cuidado.

A sua ação, nesse momento, influenciará as demais etapas da estratégia. Portanto, é preciso focar em ter um público-alvo e agir para gerar identificação e entendimento das dores e dificuldades da persona.

Essa é a etapa de reconhecimento e descoberta do problema e você precisa atuar para facilitar o conhecimento do indivíduo que deseja que se torne cliente em breve.

A qualificação e priorização dos prospects

Seguindo pelo ciclo de vendas, o próximo processo é a qualificação das pessoas que chegaram pelo passo anterior. Ou seja, seus leads precisam ser transformados em prospects e, para isso, a qualificação é fundamental.

Dependendo de certas características e, principalmente, do poder de tomada de decisão, um lead se torna mais qualificado do que outro para ser encarado como um prospect mais valioso ou próximo da compra. Seguir essa etapa é fundamental para direcionar esforços e aumentar o retorno das suas ações.

A persuasão e criação de oportunidades

Depois de qualificar os prospects é hora de gerar oportunidades dentro do ciclo. Para isso, é preciso investir na persuasão, em apresentar soluções para o problema e demonstrar a urgência de buscar a melhor oferta.

Erros comuns nesse momento são a falta de uma atuação aprofundada e direcionada ou, então, a queima de prospect, que ocorre quando a abordagem é feita de maneira precoce.

Em vez disso, é necessário continuar ensinando e qualificando até que ele se torne uma oportunidade. Um fluxo de nutrição, que já é especialmente vantajoso em todo esse processo, mostra-se ainda mais indispensável em tal momento.

A conversão e o fechamento de vendas

Seu ciclo de vendas só será efetivo se, ao final, o indivíduo captado fizer a compra ou contratação, conforme o esperado. Porém, dificilmente isso acontecerá sem um empurrão, ainda mais em vendas complexas.

Por isso, é indispensável agir de modo a persuadir, fazer ofertas e negociar. Perder o timing de apresentar uma boa oferta significa o desperdício de uma oportunidade que já estava praticamente pronta, entregando-a diretamente para a concorrência.

O monitoramento dos contatos faz toda a diferença, permitindo a ação no momento adequado nessa fase. Como resultado, o negócio ganha a venda, o cliente resolve seu problema e o ciclo recomeça.

Ao entender como agir em cada fase do ciclo de vendas, é possível aproveitar essa estratégia ao máximo. Como resultado, haverá um número maior de conversões e uma rentabilidade diferenciada.

Conseguiu identificar alguma falha na sua atuação? Conte nos comentários!

Saiba por que vale a pena contratar uma agência para a sua PME

Saiba por que vale a pena contratar uma agência  para a sua PME

Para quem tem uma PME, de qualquer área de especialidade, um dos maiores desafios é conseguir estruturar as diferentes áreas que vão ajudar no gerenciamento e crescimento da empresa.

Entre os diferentes setores que você pode criar para dar vida ao seu negócio — financeiro, recursos humanos e vendas — o de marketing, não necessariamente, precisa ser montado todo dentro da sua empresa. É possível terceirizar parte das atividades dessa equipe, ao contratar uma agência especializada nesse tipo de serviço.

Se você ainda não conseguiu ver os possíveis benefícios da contratação de uma agência para sua PME, confira por que vale a pena tomar essa decisão para o seu negócio!

Contar com o suporte de especialistas

Uma agência de marketing conta com um time de profissionais especializados nos serviços que sua PME poderá precisar para se posicionar de melhor maneira no mercado. Nem sempre, quando o time de marketing é montado dentro da própria empresa, é possível contar com esses especialistas com tanta experiência no desenvolvimento de campanhas e estratégias diferentes.

Além disso, quando os profissionais do marketing estão imersos em um universo que só trabalha com esse tipo de conhecimento — como acontece nas agências — é possível que eles adquiram ainda mais conhecimento e aprendizado, devido às maiores possibilidades de troca de informações dentro desses locais de trabalho, permitindo que eles sempre forneçam as melhores estratégias para seus clientes.

Ter a garantia de uma equipe voltada somente para essa atividade

A equipe responsável pela conta da sua empresa na agência de marketing vai trabalhar diretamente voltada e focada para essa atividade, dedicando-se ao máximo para trazer os melhores resultados para você.

Sabemos que, em PMEs, nem sempre é possível colocar um profissional totalmente dedicado para trabalhar em uma determinada estratégia de marketing da empresa e, por isso, ao terceirizar esse serviço, você pode melhorar a dedicação dos profissionais a uma área muito importante para os resultados do negócio.

Time sempre atualizado e por dentro das novidades

Contratar uma agência de marketing para sua PME é como ter, na sua equipe, profissionais frequentemente atualizados e por dentro das novidades desse mercado que está sempre em constante mudança.

Como eles trabalham exclusivamente com a criação de campanhas e estratégias, é natural que os investimentos em capacitação e conhecimento para esses profissionais seja sempre valorizado — o que garante para os clientes uma equipe de qualidade trabalhando para trazer os melhores resultados nessa área.

Preocupar-se somente com os resultados

Talvez um dos principais benefícios de se contratar uma agência para sua PME é poder se preocupar somente com os resultados do seu negócio, sem perder tanto tempo com outras estratégias que são importantes, mas que lhe demandariam muito tempo e dedicação.

Uma vez que a sua estratégia de marketing está nas mãos de profissionais capacitados e totalmente dedicados a isso, você pode voltar seus esforços para trazer mais lucro e gerar melhor os negócios da sua PME.

Melhor custo benefício do que contratar agência

Vale a pena concluir esse artigo relembrando que contratar uma agência de marketing para sua PME é muito mais interessante economicamente do que tomar a decisão de contratar um time interno para esse fim. O custo-benefício, pensando em resultados e tempo de investimento, ao contar com o serviço das agências especializadas é muito maior, o que pode trazer conforto para o caixa do seu negócio.

Depois de conferir este artigo, você ainda tem dúvidas que contratar uma agência para sua PME é um bom negócio? Entre em contato conosco, no espaço reservado para comentários, e tire suas dúvidas sobre esse assunto!

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