A publicidade brasileira tem algumas normas e boas práticas que devem ser seguidas por todos os anunciantes. Quando isso não é cumprido, uma propaganda pode ser alterada ou mesmo suspensa — e isso acontece com certa frequência. Quem decide sobre essas questões, é o CONAR.

Trata-se de um órgão cuja atuação é essencial para manter todo o mercado saudável, sem prejuízos aos negócios ou aos consumidores. Conhecer como tudo funciona, inclusive, é indispensável para prevenir dificuldades e denúncias.

Por isso, veja o que é o CONAR e entenda como ocorre a estratégia de autorregulamentação da publicidade brasileira!

O que é esse órgão?

Sigla para Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, o CONAR surgiu na década de 1970. Sua principal função é regulamentar o mercado publicitário brasileiro, mediante investigação de denúncias e decisões que visam a conter excessos éticos.

A atuação da organização se baseia no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. Sua estrutura é formada por um conselho de ética, que analisa, aceita (ou não) e delibera sobre as queixas formais.

Como funciona a autorregulamentação do CONAR?

Para que a organização possa agir, deve haver uma denúncia inicial. Ela pode ser feita por qualquer consumidor, bem como por representantes de outras empresas ou mesmo por diretores do órgão. Na denúncia, são apontadas possíveis violações do código brasileiro, além das informações referentes à campanha.

O conselho delibera sobre a denúncia e, se ela for aceite, o relator deve dar um parecer. Convém notar que o conselho não censura ou retira propagandas, mas dá advertências e faz recomendações sobre mudanças. É comum que o mercado — tanto as agências quanto os anunciantes — acolham essas indicações.

Por que a atuação do CONAR é importante?

A atividade do conselho é indispensável para proteger consumidores, marcas concorrentes e os próprios anunciantes. Quando há algum indício de propaganda enganosa e o conselho é acionado, por exemplo, a campanha pode ser suspensa ou alterada para ficar mais clara. Isso evita problemas para o negócio e aumenta a satisfação por parte de quem compra.

Então, atender às regras previstas no código brasileiro e respeitar as determinações é positivo até mesmo para a sua marca.

Como evitar problemas em relação à autorregulamentação do CONAR?

Na hora de criar uma campanha de qualquer tipo, é indispensável prever quais serão as implicações, como ela será recebida no mercado e se há algum problema quanto à ética.

Sabe quando os influencers fazem um “publi” velado de uma loja virtual? Isso é vetado pelo CONAR e pode causar advertências para a marca. O mesmo acontece com propaganda infantil excessiva, depreciação da concorrência e até com as polêmicas.

É preciso ter atenção às boas práticas de mercado e até conferir deliberações passadas do órgão — e isso também vale para o marketing digital. Para evitar problemas, nada melhor que ter o suporte de profissionais. Por isso, é importante ter o apoio de uma agência de marketing para desenvolver conceitos, executar as ações e mensurar os resultados — sem ferir nenhuma regra.

O CONAR atua na autorregulamentação da propaganda brasileira e pode ser acionado por qualquer pessoa. Assim sendo, é preciso ter atenção às diretrizes para que suas campanhas não gerem nenhum tipo de controvérsia.

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